Escrito nas estrelas

O acaso não existe, trago comigo essa convicção há vários anos devido a algumas experiências e sensações. Existe uma força divina intercedendo em nossos atos, ela chama-se Deus. Certa vez comprei um vidro num estabelecimento comercial, paguei dezessete reais e achei caro à época. Chegando em casa fui me dar conta que não tinha a massa para sua colocação, então fui num outro estabelecimento para comprá-la, o funcionário que empacotou o produto ao saber de minha parte o valor pago para as dimensões do vidro deu risadas, disse que era “um roubo”. Voltando para casa me deparei com um dinheiro que alguém havia perdido numa calçada, então me abaixei e peguei a grana: eram dezessete reais.
Da mesma, creio que não nasci na família que é meu alicerce para o mundo por acaso. Tampouco foi obra da casualidade o encontro com minha esposa. Como ela gosta de dizer: “Estava escrito nas estrelas”.
Ao examinar o perfil de vários amigos também tenho a nítida impressão de que realmente é obra de Deus o ingresso deles em minha vida. Nem preciso listar, eles sabem quem são. Alguns amigos são como irmãos.
O seu Omar é vizinho nosso, mora no cruzamento da Rua Aparício Borges com Araújo Porto Alegre. Alguns anos atrás soube que aquele simpático senhor faz aniversário no mesmo dia que eu. Antes da pandemia completou cinquenta anos do seu casamento e convidou eu e minha esposa para a festa. Mês passado descobri que sua esposa faz aniversário no mesmo dia que a minha. Tanto seu Omar e eu, Daniela e dona Elonia são aniversariantes que têm vários traços de personalidade parecidos.
Lembram daquele caso onde um homem foi baleado à queima-roupa e uma caneta no bolso da camisa desviou a bala do músculo cardíaco? Não foi movimento casual.
O fato de você estar lendo essa coluna não é efeito da casualidade. Nada acontece por acaso.

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