ELEIÇÕES

ELEIÇÕES
Encerrado o pleito eleitoral vencedores comemoram, perdedores lamentam, onde existe disputa é assim e não tem como ser diferente.
Pelo alto grau de expectativa, pela polarização, pela indefinição até o último momento e por todas as inúmeras questões que envolveram a corrida, quem foi derrotado demonstra dificuldades em absorver os resultados, o que é perfeitamente normal.
Só o tempo, senhor incontestável de tudo é que irá auxiliar na assimilação, diminuindo gradativamente a frustração dos que torciam pelos candidatos derrotados.
Até aqui a referência é a sentimento de ganhadores e perdedores, as consequências é outra história, são incertas e duvidosas.
Voltaremos a vivenciar e assistir acontecimentos vergonhosos, ocorridos em passado não tão distante, protagonizados pelo candidato vencedor, que conforme afirmação de seu vice queria voltar à cena do crime?
Isso, também, o tempo dirá, e quem viver verá.
Oremos.
REFLEXOS LOCAIS
O resultado da eleição na esfera estadual, dizem nos bastidores da política cachoeirense, poderá provocar mudanças na composição do secretariado municipal ou na Câmara de Vereadores. Um ex-vereador atualmente suplente estaria na expectativa de retornar ao Legislativo, porém enfrenta grande resistência por parte do Executivo que, de nariz torcido para essa possibilidade, precisaria mexer no seu secretariado a fim de evitar a alteração, evitando dessa forma ter mais um opositor no parlamento municipal.
Fato ou boato, saberemos no ano que vem após a posse do Governador eleito.
PAGANDO A CONTA
O código de ética da Câmara de Vereadores foi aprovado, por unanimidade, na sessão ordinária do dia 01.11.22.
Chama a atenção o fato da descaraterização do projeto inicial de autoria do Vereador Luis Paixão, que fundamentalmente buscava moralizar a relação entre os poderes Executivo e Legislativo em diversos aspectos, um deles vedava a contratação de CCs na Prefeitura com grau de parentesco com Vereadores, foi extinto, continua podendo. Esse código de ética despendeu tempo e gasto do nosso dinheiro e não vai servir para absolutamente nada. Prova disso é que ao proferir seu voto o próprio autor do projeto afirmou que da forma como foi aprovado não precisaria existir.
Alguns vereadores interessados na aprovação do modelo ineficaz e que possuem parentes CCs na mamãe Prefeitura, indo no sentido contrário ao falso discurso da moralidade, trabalharam a favor da validação no formato imoral.
A Câmara de Vereadores de Cachoeira do Sul, tem agora um código de ética que não serve para nada, e por incrível que isso possa parecer, a população pagou a conta.

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